Estou aqui nesse fim de domingo para abordar minhas 'pré-críticas' sobre a superprodução 2012. Com espera mundial , lotação para milhares de bilheterias do mundo antes de ser lançando , esse filme vai dá o que falar .O filme é baseado na possibilidade de fim do mundo no ano de 2012, por ser o último ano do calendário maia. O filme começa em 2009, onde um cientista chamado Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) está com seu amigo na Índia e descobre que grandes eventos catastróficos estão para acontecer, devido uma enorme explosão no Sol. Uma organização chamada IHC (Institute for Human Continuity - Instituto da Continuidade Humana) percebe a situação e começa a salvar os maiores patrimônios da humanidade entre 2010 e 2011, entre eles a Mona Lisa, no qual vão ao Museu do Louvre e trocam a pintura original por uma réplica. Grandes 'criticas' abordam o filme como mais um ganho de marketing e com conteúdo monótono . Lendo nesta decorrente semana algumas destas mesmas críticas , pude concordar com alguns prós e contras . O filme aborta o fim do mundo , assunto que mexe com a humanidade desde que ela existe por completo (medo no AR! risos*) . Tanto nesse calendário maia , quanto em certas religiões , faz-se uma ligação IMENSA ao satanismo . Por um outro lado , grandes filósofos apontam esse 'fim do mundo' como a pura ignorância humana , pois para eles não há nexo em dados infundados . Os humanos apontam o fim do mundo em fogo , calor , buracos no chão e passagens 'diretas' para o tão chamado : INFERNO . Pensando cheguei a uma certa análise e perguntei se não é o próprio homem que está contribuindo para o fim do mundo . Não precisamos se baseiar nessa idéia de que acabará tudo em fogo né ? Quem sabe aos poucos , com problemas em casa , no trabalho , a tal chamada e tão cultuada , por mais que indiretamente , inveja. Tudo que temos que fazer é esperar e vê se isso se concretizar né ? HAHAHHA , comprarei meu ingresso , depois de ter visto o filme voltarei aqui , 'TALVEZ' , para abordar o assunto , mas com base do filme . Abraços aqueles que me acompanham .
Felipe Paiva .
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