terça-feira, 19 de abril de 2011

Runaway.

    O tempo passando, ele permanecia vagando no céu negro sucumbido as trevas, o qual a cada segundo todos esperavam o inevitável, a chuva caíra.
    Conhecido por todos como andarilho da noite, sempre vagando em busca do desconhecido, seus olhos vermelhos são o símbolo de suas experiências, boas ou ruins, provavelmente marcadas por muita dor, sofrimento e solidão.
    A noite caia e junto a ela o calor da tarde sumia, ela levava consigo a água aprisionada no céu. Sua pele negra estremesseu diante o badalar do sino da igreja, porém este som estridente que cortava o silêncio noturno era um convite para um lar aconchegante.
    Ao entrar procurou se sentar, sete passos e meio deu até chegar próximo a cruz, velha como a época, porém o local adequado para um gato abandonado.



Por: Felipe Toledo e Guilherme Paulo, ao meio de uma aula de produção textual.
   

2 comentários:

Luísa Lacombe disse...

UH!! O que é isso? Uma história nova?

Felipe Paiva disse...

ahahahaha, quem sabe?
Isso foi só um 'demo', se tiver paciência, saco e disposição crio uma história com base nisto bjs bjs